Cobertura fotográfica da 28ª edição do Grito dos Excluídos

Representantes da Comissão para Promoção humana e ecologia integral da Diocese de Sete Lagoas, juntamente com a Cáritas Diocesana  realizaram o Grito dos Excluídos no último sábado (03/09), cujo tema foi “Brasil: 200 anos de (In)dependência para quem?”.

O ato começou com uma caminhada que partiu da Praça Tiradentes, em direção a Praça da Bíblia (Sete Lagoas) carregando faixas e cartazes, com pontos de parada para a reflexão.

Desde 1995, em paralelo às comemorações do 7 de setembro, a Igreja do Brasil nos convida para outro grito, bem distinto daquele proclamado às margens do Rio Ipiranga. Na verdade, ela nos convoca para ouvirmos tantos outros gritos que ecoam nas periferias existenciais e sociais. São 28 anos em que se faz ressoar pelo Brasil a fora o grito daquelas pessoas, abafadas pelos mais diversos modos. Tantas vezes elas nem tem mais forças para gritar, devido ao frio, à fome, às necessidades que está passando.

Esse ano temos um cenário bem mais complexo na realidade nacional. Tempo das campanhas eleitorais mais acirradas e momento em que o Brasil, desde 2021, voltou ao mapa da fome que é a versão mais cruel da desigualdade em todos os sentidos, e não apenas econômica. Portanto, aqueles gritos que ecoavam nos idos da década de 90 voltam com mais intensidade. Clamam pela segurança alimentar.

Apesar de ser iniciativa da Igreja Católica, nascido no contexto da II Semana Social Brasileira da CNBB, o Grito dos Excluídos expandiu-se para outros âmbitos, com a adesão dos movimentos populares, religiosos e sindicais, e organizações comprometidas com as populações mais vulneráveis da sociedade.

Para pensar, refletir e agir : 

Acompanhe a cobertura fotográfica

Crédito Fotos: Larissa Campos – Pascom Diocesana

Fonte: Aves – Grito dos Excluídos

por Ascom Diocesana

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